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SAÚDE
Agevisa reforça atenção ao Dia Mundial da Doença de Chagas

Data da notícia: 2026-04-15 09:23:40
Foto: Assessoria/Divulgação
A doença, causada pelo parasita Trypanosoma cruzi, é transmitida pelo inseto conhecido como ‘Barbeiro’

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa) informou, ontem (14), Dia Mundial da Doença de Chagas, que está mantendo o alerta para a prevenção e o cuidado com a doença.

A prevenção, segundo a Agevisa, é fundamental para proteger a saúde do coração, principal órgão afetado nas fases mais graves da doença. Em Rondônia, as ações de vigilância são contínuas e reforçadas para orientar a população sobre os riscos, formas de transmissão e a importância do diagnóstico precoce.

As ações coordenadas pela agência envolvem monitoramento, identificação precoce de casos e orientação às comunidades. A doença, causada pelo parasita Trypanosoma cruzi, é transmitida principalmente pelo inseto conhecido como barbeiro, exigindo atenção redobrada em áreas onde há presença do vetor.

O coordenador estadual da Doença de Chagas, José Maria Ribeiro, alerta que, embora muitas pessoas não apresentem sintomas iniciais, a doença pode evoluir ao longo dos anos e comprometer seriamente o coração. Entre as complicações estão arritmias, insuficiência cardíaca e dificuldade na circulação sanguínea, que reforçam a prevenção e o acompanhamento médico.

Os sintomas iniciais podem ser leves, como febre, cansaço e mal-estar, ou até passar despercebidos. No entanto, com o tempo, a doença pode provocar alterações cardíacas e digestivas, que impactam na qualidade de vida. Dados da vigilância apontam que, entre 2021 e 2025, foram registrados 618 casos suspeitos no estado, com seis confirmações, além de registros da forma crônica, que evidenciam o caráter silencioso da doença.

O diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima, afirmou que as ações contam com a participação da Secretaria Estadual da Saúde (Sesau), municípios e laboratórios, com orientações à população sobre como agir ao encontrar o inseto transmissor e a importância de procurar uma unidade de saúde em caso de suspeita. A recomendação é não manusear o inseto diretamente e entregá-lo aos pontos de coleta ou unidades de saúde para análise.

Fonte: Secom




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