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SALVE VIDAS
Governo conscientiza população sobre a importância da doação de órgãos

Data da notícia: 2020-11-25 17:54:03
Foto: Assessoria/Divulgação
Os órgãos doados são direcionados aos pacientes que aguardam em uma lista de espera unificada e informatizada

Com os serviços da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecido para Transplante (Cihdott) restabelecidos neste mês de novembro no Complexo Hospitalar Regional de Cacoal, o Governo de Rondônia conscientiza a população sobre a importância da autorização para doação de órgãos. Vinculada à Central Estadual de Transplantes, da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) em Rondônia, o serviço foi paralisado por conta da pandemia.

Desde 2013, quando o serviço da Cihdott foi implantado na “Capital do Café”, 112 protocolos de morte encefálica foram abertos. Destes, 62 entrevistas familiares puderam ser realizadas e 25 famílias autorizaram a doação de órgãos no Complexo Hospitalar.

“Para que todo esse sistema funcione, ressaltamos a importância da conscientização da população em relação a este tema. É muito importante que todos aqueles que desejam ser doadores de órgãos avisem suas famílias, manifestando este desejo. Esta é a única forma de se expressar, pois não existe documentação ou registro na CNH (Carteira Nacional de Habilitação) que manifeste a vontade de um doador. A autorização da família é fundamental, conforme prevê a Lei nº 9.434”, explica Leiri Bonet, coordenadora da Cihdott de Cacoal.

Segundo Leiri, os órgãos doados e captados são direcionados aos pacientes que aguardam em uma lista de espera unificada e informatizada, em uma mesma base de dados. Cabe à Central Estadual de Transplantes gerar a lista de receptores compatíveis com o doador em questão, por meio desse sistema. Em Cacoal, é realizada a captação de rins e córneas. Caso não existam receptores compatíveis no estado, os órgãos captados são ofertados à Central Nacional de Transplantes.

“A doação é um ato simples, nobre e muitas vezes, num momento de dor, vem acalentar o coração das famílias que perdem entes queridos. É um ato de amor que salva outras vidas. Milhares de pessoas aguardam na fila de espera todos os anos. A maior fila é por transplante renal, seguida por córneas, fígado, pâncreas/rim (duplo), coração, pulmão, pâncreas, multivisceral e intestino.

O transplante é considerado um tratamento e não a cura de muitas doenças crônicas, mas sem dúvida é a garantia de continuidade da vida daqueles que passam por esse procedimento”, pontua Leiri.


Fonte: Secom


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