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SAÚDE PÚBLICA
Grupo SOS atua em melhorias do João Paulo II

Data da notícia: 2019-06-05 18:48:25
Foto: Assessoria/Divulgação
Mutirões de cirurgia em pacientes do Hospital João Paulo II acontecem semanalmente e fazem parte do Grupo SOS

Uma força-tarefa do governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), é a responsável por mudar a história do Hospital João Paulo II. A porta de entrada de urgências e emergências de todo o estado conta com o Grupo SOS, que recebe os pacientes com diversas ações voltadas para a melhoria das condições de atendimento e redução da lotação.
Com histórico de pacientes internados em garagens, sob o sol e a chuva, em cadeiras ou no chão dos corredores, o Grupo SOS João Paulo II foi criado em janeiro de 2019 com o objetivo principal de melhorar as condições de atendimento ao paciente, diminuindo a superlotação, que melhorou o fluxo de atendimento, que consiste em várias ações que otimizam o tempo de internação e liberação do paciente, além de melhores condições de trabalho aos servidores. Cerca de 30 profissionais do João Paulo II, Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron) e administrativo da Sesau, entre eles enfermeiros, técnicos em enfermagem, médicos, fisioterapeutas e assistentes sociais, participam da força-tarefa.
Entre as estratégias criadas, o cidadão conta com a instalação do Ambulatório de Trauma Ortopedia (ATO) no Hospital de Base (HB), para atender pacientes do JPII com pequenos traumas. Anteriormente, como não havia outra porta de urgência e emergência de ortopedia no Estado, o fluxo padrão pedia que o paciente entrasse no pronto-socorro, e na detecção da necessidade de cirurgia, aguardasse para operar, porém, com a chegada de casos mais graves, o paciente com uma fratura mais simples precisava aguardar o atendimento, ficando exposto à infecção e ocupando um leito, o que contribuía para a superlotação do hospital.
Com a criação do ambulatório, o paciente com trauma de leve proporção inicia o atendimento no JP II e, após exames como a radiografia e confirmação de cirurgia ou outros procedimentos, é encaminhado ao ATO para ser atendido diretamente. No mesmo dia, se houver necessidade de cirurgia, o paciente é conduzido para o centro cirúrgico e liberado para casa. Com a ação, cerca de 18 pacientes são retirados do JP II todos os dias, segundo estatísticas da Sesau.


Fonte: Assessoria


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