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TERRORISMO
Facção criminosa planejava atentados à bomba

Data da notícia: 2018-10-11 18:35:07
Foto: Divulgação
A Polícia Federal realizou operação em Porto Velho contra facção criminosa que planejava atentados

A Polícia Federal (PF) cumpriu ontem, quinta-feira (11), três mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão em Porto Velho nas operações “Pé de Borracha e Morada do Sol”.
Estão sendo investigadas pessoas ligadas ao PCC, uma facção criminosa que age dentro e fora dos presídios. A PF afirmou que os envolvidos planejam ataques em seis cidades do Brasil, incluindo a sede do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), em Brasília.
O grupo investigado é composto por chefes da facção que estão no presídio federal de Porto Velho. Três mandados estão sendo cumpridos dentro da penitenciária e um em uma residência na capital rondoniense. Medidas cautelares também estão sendo utilizadas, como a proibição de visitas íntimas.
A ação planejava implantar uma carga de 50 kg de explosivos plásticos do tipo C-4 em um veículo a ser estacionado dentro das dependências do Departamento Penitenciário Nacional na cidade de Brasília (DF), local onde funciona toda a estrutura administrativa do órgão, mais especificamente no subsolo.
Para ocasionar maiores danos, sem, contudo, deixar qualquer rastro de impressões digitais como forma de impossibilitar a identificação do responsável, o qual deveria se disfarçar para não ser identificado pelas imagens dos circuitos internos de segurança.
Após realizar uma ligação anônima à direção do Depen informando da presença do veículo no local, no qual havia um manifesto contendo uma série de reivindicações que deveriam ser cumpridas pela direção do Departamento Penitenciário Nacional no prazo máximo de 30dias.
Embora anônimo, o manifesto deixou claro que teria sido redigido por uma facção rival, como forma de se eximirem de responsabilidades.
Caso não fossem atendidas as demandas, os membros da facção realizariam ataques com a mesma carga explosiva em cinco das principais capitais, explodindo prédios públicos e linhas de transmissão de energia, como forma de causar caos e pânico no país.
O plano criminoso seria colocado em prática em conjunto com a denominada Operação Morada do Sol, que consistia, basicamente, no sequestro, tortura e assassinato de agentes públicos, como forma de pressionar o governo federal e o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) a reestabelecer as chamadas visitas íntimas no âmbito das penitenciárias federais, suspenso desde julho do ano de 2017.


Fonte: Rondoniaovivo


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