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AROM
Censo do IBGE não reflete o crescimento dos municípios

Data da notícia: 2017-09-15 10:25:40
Foto: Assessoria/Divulgação
A coordenação de estudo técnicos da Arom vai publicar nota técnica com todos os números do estudo
Os gestores municipais de Rondônia estão inconformados com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que em muitos municípios apresentam encolhimento da população. O órgão é responsável pela guarda, controle e contagem da população brasileira, mas utiliza fórmulas estatísticas para calcular o crescimento populacional, que considera censos que só ocorrem de dez em dez anos.
A Associação Rondoniense de Municípios (Arom) fez estudos que comprovam o contrário, e recomenda a todos administradores a produção de recursos técnicos e a buscarem a justiça para assegurar o aumento dos repasses de recursos federais e estaduais, que são feitos com base no número de habitantes.
Com o crescente aumento no número de usuários dos serviços públicos, a abertura de novos loteamentos urbanos, os registros de nascidos, entre outros parâmetros, todos os prefeitos esperavam constatar crescimento populacional, com consequente melhora dos repasses de recursos constitucionais, mas estão perplexos, decepcionados e indignados com a disparidade entre os números em que chegou o IBGE e a real situação das cidades. Para a Arom, o instituto precisa rever a forma de condensar os cálculos ou realizar recontagem, pois os dados de 2017 não batem com a realidade do estado, que desponta positivamente em pujança de produção, expansão urbana e muita demanda de serviços.

Os Números em Contraste
Pela análise da associação dos municípios sobre o resultado divulgado pelo IBGE, o levantamento populacional de 2010 não traduz a realidade do estado, com projeções consideradas duvidosas e obscuras, que possivelmente não demonstram a evolução populacional das cidades. Em resumo, alguns municípios apresentaram crescimento ridiculamente inaceitável em seis anos, ou seja, segundo o instituto, entre 2011 e 2017, houve casos como Cabixi que aumentou em três habitantes, Castanheiras em 24, Corumbiara em cinco, São Felipe do Oeste em 56 e Teixerópolis em 99. Juntos, cresceram sua população em apenas 187 habitantes.


Fonte: Assessoria


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