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DOENÇA
Casos de caxumba crescem mais de 240%

Data da notícia: 2017-09-14 10:24:35
Foto: Assessoria/Divulgação
Os casos de caxumba registrados em Ji-Paraná fizeram o município entrar em alerta epidemiológico
Os casos de parotidite infecciosa, doença popularmente conhecida como caxumba, tiveram um aumento significativo do ano para este ano. Segundo o Departamento Municipal de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), em 2016, foram registrados 39 casos durante todo o ano e somente nos oito primeiros meses de 2017 ocorrem 136 casos na cidade.
De acordo com a diretora do departamento, Emanoela de Souza, o número corresponde a um aumento superior a 240% dos casos no município. Segundo ela, a vacina tríplice viral, que previne contra os vírus da caxumba, do sarampo e da rubéola, está disponível em todas as unidades básicas de saúde (UBS) de Ji-Paraná e a vacinação é o único meio de prevenção.
“Uma vez infectada com o vírus da caxumba, a pessoa pode contaminar outros no período entre seis dias antes do início dos sintomas até cerca de nove dias após os primeiros sintomas. O período de incubação do vírus, tempo até o início dos sintomas, pode ser de 14 até 25 dias, sendo mais comum ocorrer entre 16 a 18 dias”, afirmou a diretora do Departamento de Municipal de Vigilância em Saúde.
Emanoela de Sozua antecipou que uma campanha de conscientização da população deverá ser realizada para tentar frear o princípio de epidemia de caxumba na cidade.
“Estamos em alerta epidemiológico, monitorando todos os casos notificados e realizando atividades de educação em saúde”, assegurou.
A caxumba é uma doença contagiosa, transmitida pelo ar e saliva. A doença causa inchaço e inflamação das glândulas salivares, febre e dor ao engolir saliva. A diretora fez um alerta para os riscos que a doença podem causar à saúde.
“Caso a doença não seja bem curada, pode distribuir-se pelo corpo, ocorrendo a inflamação dos testículos, ovários, glândulas mamárias e órgãos do sistema nervoso. São complicações raras, mas que podem acontecer com qualquer pessoa que tenha contraído a doença. Então, o melhor é prevenir procurando a vacinação em uma das salas de vacinas das unidades básicas de saúde de Ji-Paraná”, enfatizou Emanoela.


Fonte: Marco Augusto


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