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Bom dia! Quarta-feira, 17 / 01 / 2018
SAÚDE
Farmácia Básica de Ji-Paraná faz mais 150 mil atendimentos

Data da notícia: 2017-12-28 12:24:45
Foto: Assessoria/Divulgação
Os medicamentos mais procurados nas farmácias municipais são para pressão alta
A Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), atendeu até 150 mil pacientes em 2017, com a distribuição de medicamentos. O balanço foi feito pela Central de Abastecimento Farmacêutico do município, que funciona na Farmácia Básica de Ji-Paraná.
Os medicamentos foram distribuídos por solicitação médica, na Farmácia Básica e nas farmácias das unidades básicas de saúde do BNH, BNH Mulher, L1 Maringá, Primavera e nos distritos de Nova Londrina e Nova Colina.
De acordo com a diretora da Farmácia Básica, Alekssandra Azevedo, os números demonstram que o município tem cumprido as metas estabelecidas pelo Ministério da Saúde. A prefeitura distribui remédios de laboratórios de referência nacional, previstos na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME).
“É um desafio atender a todas as prescrições dos médicos que atendem na rede pública de saúde de Ji-Paraná, mas nós temos remédios para todas as doenças. Enviamos uma lista dos preconizados pela União, às unidades básicas de saúde para que os médicos facilitem o acesso do paciente ao tratamento medicamentoso”, explicou Alekssandra.
Os medicamentos mais procurados nas farmácias municipais são para pressão alta. O balanço feito até agora identificou 1,5 milhão de comprimidos de Losartana 50 mg distribuídos em 2017. “É um número alto. Por isso, convidamos a população a cuidar mais da saúde, da alimentação para que não venha a ter uma pressão arterial alterada”, ressaltou a diretora.
Na sequência dos mais procurados estão os de osteoporose e saúde mental. “O número de pacientes atendido nas farmácias da prefeitura, com medicamentos para depressão aumentou em 30%, se comparado com o ano passado. Sem contar aqueles de alto custo, que são distribuídos pelo governo estadual. Quanto menos medicamentos distribuirmos, melhor. Afinal, não queremos que a população fique doente e nos procure de forma contínua. Tomar remédio o resto da vida não é saudável, mas se precisar estaremos aqui para atender”, salientou a Alekssandra Azevedo.


Fonte: Assessoria


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