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Bom dia! Quarta-feira, 17 / 01 / 2018
AGRONEGÓCIO
Exportação da carne de Rondônia supera U$ 511 mi

Data da notícia: 2017-12-21 11:38:17
Foto: Assessoria/Divulgação
A carne desossada rondoniense foi a mais exportada nos últimos meses para o exterior
O acumulado das exportações de carne bovina do estado de Rondônia até o mês de novembro de 2017, já é 14% maior que todo o valor exportado no ano de 2016, alcançando mais de U$ 511 milhões em faturamento, segundo dados de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro (Agrostat) do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa). Em volume, o resultado foi de 138.766 toneladas, aumento de 9% na comparação com todo ano anterior.
A categoria que teve destaque na pauta de exportação do estado de Rondônia foi a carne desossada de bovino congelada, com 41,09% de toda a pauta de exportação. Os dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), no período de janeiro a novembro de 2017, mostram ainda que o item carne desossada de bovino fresca ou refrigerada atingiu acréscimo de 53,9% relativo ao período de 2016.
Até agora o mês que obteve o melhor resultado nas exportações foi agosto, com um volume de negócios de mais de U$ 58 milhões e 15.867 toneladas. O número de abate com inspeção federal seguiu a tendência variando entre altas e baixas, tendo abril registrado o menor volume nos abates com 181.467 cabeças e maio com alta chegando a 245.037.
Comparado com o período de janeiro a novembro de 2016, que foi de 2.436.390 cabeças abatidas, Rondônia obteve acréscimo de mais de 22 mil cabeças abatidas, totalizando 2.458.864, garantindo ao Estado o quarto lugar no ranking nacional de abate de bovinos e o primeiro lugar na região norte. Os dados quantitativos de abate é de responsabilidade dos SIPAs/DFAs do Mapa.
Para o presidente da Associação Rural de Rondônia(ARR), de Ji-Paraná, o pecuarista Sérgio Ferreira, o preço da arroba teve uma retração no primeiro semestre 2017, originadas pela operação Carne Fraca, que desestabilizou o mercado mexendo com os prazos e a liquidez dos pagamentos, puxando ainda mais o preço pago pela arroba ao produtor e aos altos custos de produção, além da volta da cobrança do Funrural.
“Mas hoje temos um cenário bem diferente, mercado aquecido, frigoríficos com escala curta. Acredito que seja em virtude dos pecuaristas terem se programado melhor quanto à disponibilidade da ofertar de bois e distribuído mais, sem fazer abates concentrados. Também vejo como muita positividade a adesão de vários pecuaristas pelo semiconfinamento, o que tem elevado o índice de produtividade por hectare, deixando o pecuarista capitalizado e dono do seu próprio negócio,” descreve Sérgio.


Fonte: Assessoria


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