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Boa tarde! Quarta-feira, 17 / 01 / 2018
INCA
RO entra em sistema nacional para registrar casos de câncer

Data da notícia: 2017-12-19 11:20:08
Foto: Assessoria/Divulgação
Rose Britto mostra como funciona o sistema no portal do Instituto Nacional do Câncer
Para aprimorar a política de prevenção e vigilância do câncer e de seus fatores de risco, e assim reduzir a incidência e mortalidade por câncer em Rondônia, o estado foi incluído no sistema de Registro de Câncer de Base Populacional (RCBP) do Instituto Nacional de Câncer (Inca).
Desde terça-feira (12), o mapa de Rondônia pode ser visualizado no portal de dados do instituto, que disponibiliza os números de cada estado por região. “Os primeiros dados que serão inseridos são referentes ao ano de 2015. Antes disso, não havia esse registro. Fizemos o levantamento através dos registros hospitalares com as informações de Porto Velho e Cacoal e região”, contou a coordenadora do RCBP pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Rose Britto.
A rede particular também deve ser incluída no sistema. “Queremos fazer uma pactuação com as unidades hospitalares particulares e também com os municípios, para que o trabalho de registro seja ainda mais eficiente e prático. Por enquanto, dividimos o estado em quatro polos para que cada regional tenha alguém responsável pela compilação dos dados”, explicou.
A ideia é ampliar o sistema até o fim de 2018, para que cada unidade, pública ou particular, repasse online as informações para o estado, para facilitar e agilizar o trabalho. Com as informações, será possível identificar quando há um surto de câncer em municípios distantes, dar o suporte e estrutura necessários, e ainda fazer o levantamento da causa.
“Como sabemos, o uso de agrotóxicos nas regiões rurais é bastante comum, então podemos identificar se isso é a causa do problema ou, se existe um problema genético da população ou se houve alguma outra causa. Isso para o estado representa ganho de qualidade de vida. Poderemos trabalhar de forma objetiva, traçar metas para poder atender melhor, além disso, a incorporação acrescenta aos números nacionais e dão ainda mais peso e embasamento para as ações de federais, e para as linhas de pesquisa”, acrescenta Rita Britto.
A atualização do sistema é anual e será feita a cada mês de outubro. Nos quatro polos de levantamento de dados, Porto Velho, Candeias do Jamari, Nova Mamoré, Guajará-Mirim, Cujubim, Machadinho do Oeste, Rio Crespo, Alto Paraíso, Ariquemes Buritis, Monte Negro, Campo Novo e Cacaulândia fazem parte do Polo 1.
No Polo 2, estão as cidade de Cacoal, Espigão do Oeste, Pimenta Bueno, Rolim de Moura, Santa Luzia, Parecis, Alta Floresta, Alto Alegre, Novo Horizonte, Nova Brasilândia, Castanheira, São Felipe e Primavera de Rondônia.
Já no Polo 3, começando por Ji-Paraná, entram os municípios de Vale do Anari, Vale do Paraíso, Theobroma, Jaru, Governador Jorge Teixeira, São Miguel, Seringueiras, Costa Marques, São Francisco, Alvorada do Oeste, Ouro Preto do Oeste, Presidente Médice, Urupá, Nova União e Teixeirópolis.
Por último, Vilhena no Polo 4, estão as cidades de Chupinguaia, Corumbiara, Cerejeiras, Pimenteiras, Colorado do Oeste e Cabixi. Os polos 3 e 4 serão implantados até fevereiro de 2018.


Fonte: Assessoria


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