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DESBRAVADORES
Professora conta jornada da família em Ji

Data da notícia: 2017-11-23 11:46:27
Foto: Marco Augusto/Divulgação
Professora fala sobre a trajetória da família em Ji-Paraná
Após quatro dias e quatro noites de viagem em um pau-de-arara, uma família desembarcava em Ji-Paraná em Julho de 1976. Há exemplo de tantas outras famílias, pai, mãe e seis filhas buscavam, na então Vila de Rondônia, um futuro promissor e com mais promissor e com maiores oportunidades.
Uma dessas filhas era Marsandra Vieira de Oliveira, professora em Ji-Paraná há aproximadamente de 30, ela acompanhou de perto todo o crescimento e evolução de nossa cidade, que nesta quarta-feira (22) completa 40 anos de sua emancipação política.
“Viemos em um pau-de-arara, fazíamos comida na estrada e tomávamos banho nos rios. Viemos em busca de uma vida melhor, para ter um futuro promissor, pois era o sonho de minha mãe morar aqui”, conta a educadora.
A família veio do noroeste do Paraná, onde estavam passando dificuldades por conta do forte frio que atinge a região no inverno.
“Estávamos passando muitas dificuldades no Paraná por causa da geada que matava tudo que a gente tentava plantar”, explica.
A professora fala sobre o que mudou ao longo das quatro décadas em que a família escolheu a cidade para morar. Sua família chegou cerca de um ano antes da emancipação que tornou Vila de Rondônia no município de Ji-Paraná.
“Quando chegamos, a energia era através e motor e só tinha por algumas horas. Nenhuma rua tinha asfalto, nem mesmo a BR-364 e ninguém tinha água encanada. A vida era difícil, mas sabíamos que poderíamos ter uma vida melhor aqui”, diz Marsandra.
No fim da década de 1980, ela decidiu que iria se tornar professora, Marsandra começou a carreira de magistério na antiga Escola Júlio Guerra, atual Escola Militarizada Tiradentes, passou pela Escola Silvio Micheluzzi e, há aproximadamente de 28 anos, leciona na Escola Beatriz Ferreira da Silva, no Bairro Primavera.
“Me sinto muito feliz por ter contribuído na formação de cidadãos para o mercado de trabalho e, muito além disso, na formação do caráter dos meus alunos. Eles adquiriram conhecimento, e estão preparados para a vida lá fora”, afirma a professora


Fonte: Marco Augusto


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