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Bom dia! Terça-feira, 21 / 11 / 2017
AGRONEGÓCIO
Acir critica baixo valor pago por litro de leite

Data da notícia: 2017-11-08 11:30:03
Foto: Assessoria/Divulgação
Senador Acir Gurgacz defendeu o fortalecimento do agronegócio e da agricultura familiar rondoniense
O senador Acir Gurgacz (PDT), voltou a defender, durante seu pronunciamento nesta semana, no Senado, o fortalecimento do agronegócio e, especialmente, da agricultura familiar que, segundo ele, sustenta a balança comercial brasileira.
O parlamentar relatou dificuldades dos produtores rondonienses em relação ao valor cobrado pelo leite. Ele ressaltou ser difícil explicar que, enquanto os consumidores pagam entre R$ 3 a R$ 5 no litro de leite, o preço para o produtor não passa de R$ 0,70.
Por considerar que essa variação de preços não pode depender do mercado, onde prevalece a lei da oferta e da procura, Acir Gurgacz disse que solicitou audiências públicas no âmbito do Senado e dos municípios das bacias leiteiras de Rondônia. Ele defende a liberdade de mercado e fiscalização mais rigorosa de agências reguladoras como medidas para solucionar o problema.
“Isso porque se deixarmos simplesmente na mão do mercado, os laticínios acabam formando cartel e determinando o preço do leite, sempre para obterem maiores lucros às custas do suor dos nossos agricultores brasileiros”, garantiu Acir.

Pecuária Leiteira
Além das questões do mercado internacional, quando o aumento das importações de leite do Uruguai e da Argentina tem prejudicado a pecuária leiteira do Brasil, o senador também aponta um desequilíbrio na relação comercial entre o produtor e a indústria nacional. “O indústria está impondo um preço baixo para os produtores e cobrando um preço alto do consumidor”, avaliou.
O preço médio do leite no eixo da BR-429, principal bacia leiteira de Rondônia, que já foi de R$ 1,00, caiu para R$ 0,65. O valor pago pelos laticínios do estado varia de R$ 0,60 a 0,80 centavos. No Paraná, o preço pago pelo litro deleite aos produtores varia de R$ 0,85 a R$ 1,25.

Fiscalização
Para o senador, a lei não está sendo cumprida porque não há fiscalização dos órgãos de controle. “Passado o período de impacto da aprovação desta lei, em 2013, e das audiências que realizamos para discutir o assunto e fortalecer a união dos produtores, novamente os laticínios estão impondo os preços a seus critérios, sem negociar com o Conseleite e sem informar a cada mês, de forma antecipada, o preço a ser pago, sendo que é necessário maior fiscalização do setor”, cobrou o senador.


Fonte: Assessoria


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