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Boa noite! Sexta-feira, 24 / 11 / 2017
DOADOR VOLUNTÁRIO
Voluntários dizem ter qualidade de vida como doadores de sangue

Data da notícia: 2017-11-01 19:52:05
Foto: Divulgação
Para os homens, o intervalo das doações é de 30 dias, podendo ser de quatro doações ao ano; e para as mulheres é de 90 dias
Foi para atender ao pedido de uma pessoa que passaria por cirurgia que o policial militar do 1º Batalhão da Polícia Militar, Diego de Assis Moreira, 32 anos, fez a doação de sangue pela primeira vez. A experiência na Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron) fez toda a diferença para que ele se tornasse um doador fidelizado.
Diego Moreira mantém a prática há 10 anos, agora também como doador de plaquetas e de medula óssea. ‘‘Eu vi a forma como eles tratam o doador, como conduzem o procedimento de coleta e a partir daquele dia eu fui adquirindo uma afeição por essa obra, que é ser uma pessoa que salva vidas através da doação’’, admitiu.
O policial incentiva outras pessoas a conhecerem o trabalho da Fhemeron para derrubar mitos e entraves que as impedem de doar. ‘‘Tem muitos mitos como acreditar que doar faz mal porque você vai perder sangue, que vai ficar com baixa imunidade e não é assim. A doação de sangue é um processo de renovação. No intervalo entre as doações, o seu corpo vai se regenerar’’, assegura.
O militar teve que superar o medo de agulhas para cumprir com a missão de salvar outras vidas. ‘‘A forma como o pessoal da Fhemeron trata os doadores é como se eles estivessem tratando um parente deles ou a si mesmos. Não vou mentir dizendo que você não sente nada, mas a sensação de você ter salvado uma vida é superior a qualquer coisa negativa que você possa sentir. A agulha para mim se tornou um dos menores problemas, então se esse também é o seu caso ou se tem algum tipo de preconceito, supere isso não só falando, mas tendo atitude’’, assegurou.
Além de se sentir bem ao saber que a doação fará a diferença para muitas pessoas, o doador também ganha mais qualidade de vida. ‘‘Uma coisa boa que eu adquiri como doador foi a forma regular de cuidar da minha saúde. A minha vida se tornou mais saudável depois que me tornei doador. Ser um doador é uma forma de cultivar a sua saúde e a de terceiros’’, apontou.
Moreira tem uma preocupação de manter a pressão arterial, os índices glicêmicos e de colesterol sob controle. E não está sozinho nisso, ele conta que a Fhemeron possui um grupo de apoio social que, ao detectar alguma alteração no resultados dos exames médicos dos doadores, eles são orientados a fazer os procedimentos necessários para voltar a ter a condição de saúde ideal.
O oficial de diligências da Defensoria Pública de Rondônia Ulisses Juliano Machado, 33 anos, também aponta os impactos positivos na própria saúde ao ter se tornado doador. ‘‘Para o nosso sangue ser útil para doação é preciso ter cuidados com a saúde, principalmente com alimentação, e evitar o sedentarismo’’.


Fonte: Assessoria


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