FALE CONOSCO     |     INTRANET     |      QUEM SOMOS
 Assine a revista PONTO M  
SIGA O CP       ANUNCIE AQUI

Boa noite! Segunda-feira, 22 / 01 / 2018
DIA MUNDIAL
RO alcança meta de cadastro de doadores de medula óssea

Data da notícia: 2017-09-20 10:48:24
Foto: Divulgação
Natália quer doar outra vez, se o Redome a convocar
“No Dia Mundial do Doador de Medula Óssea [19 de setembro], a cota estadual de cadastro de doadores voluntários em Rondônia é 6.090, conforme estabelece o mapeamento genético feito pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), e já alcançada e o momento é positivo, observa o assistente social Dimarães da Silva, da Fhemeron. “Geralmente, ultrapassamos a média de 506 doações/mês”.
Foi assim a “descoberta” de Natália pela Fhemeron e pela equipe do Redome. Em maio de 2016, ela foi doar sangue [o dela é O Positivo] na Fhemeron e pouco depois soube da compatibilidade com receptores. “Em junho e julho, me ligaram do Redome perguntando se eu poderia fazer outros exames no Hemoce (Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará), mas eu estava na véspera da colação de grau na faculdade; alteraram a data, aí eu fui”.
Os exames foram remarcados para agosto e a doação para setembro. Ela viajou duas vezes, a segunda em 14 de setembro. Cinco dias de medicação com granulokine iniciaram a preparação de Natália.
Granulokine é uma glicoproteína que regula a produção e liberação dos neutrófilos funcionais da medula óssea, promovendo aumento evidente do número de neutrófilos no sangue periférico em 24 horas, com elevações mínimas dos monócitos (parte do sistema imunitário do corpo humano).
“Eu senti dores no braço nos cinco dias de aplicação, e no domingo me colocaram catetér para fazer a doação por aférese, e ela aconteceu na segunda-feira (19 de setembro)”. Na verdade, Natália tece o receio que muitas pessoas têm, em princípio. “Meu corpo sofreu um poquinho, eu imaginava que ficaria internada ou que ficaria paraplégica, mas não há nada disso, e aconselho as pessoas a não desistirem; não é preciso ter medo, não machuca”.
Por aférese, a doação utiliza máquina coletora que separa os componentes do sangue por centrifugação, permitindo a coleta seletiva de um ou mais de seus componentes.
“Eu fiquei mais tempo na máquina do que nos exames, mas quando foi três da tarde (15h) soube que a quantidade doada era suficiente. Conhecendo como funciona e sentindo a vontade de doar, estou pronta para ir até para o Acre, que é aqui pertinho”, dispõe-se.
Para Natália, “o bom desse ato” é a oportunidade de conhecer pessoas, algo que ela preza muito desde os tempos de aluna do ensino fundamental: da Escola Marcelo Cândia passou para a Santa Marcelina no bairro Marcos Freire, e depois cursou nutrição na Faculdade São Lucas.
“Conheci o pessoal técnico de Porto Velho, do Rio de Janeiro e de Fortaleza, e fiz amizade com muitas pessoas lá do Ceará”, contou.
Qualquer pessoa com boa saúde, entre 18 e 55 anos, poderá doar medula óssea, que é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias.
O Brasil tem atualmente quatro milhões de doadores de medula, o que o classifica em terceiro lugar no mundo, conforme o Redome.
A chance de se encontrar um doador compatível pode chegar a 64%. Em 2016, foram feitos 27% a mais de transplantes em relação ao ano anterior.
“Se houver compatibilidade, a pessoa é consultada para saber se deseja doar, e aí avaliamos o seu atual estado de saúde”, explica o assistente social Dimarães da Silva.
A Fhemeron funciona a partir das 7h, no mesmo horário hospitalar. Ali começou a funcionar o cadastro de doadores, no início do primeiro mandato do governador Confúcio Moura, em 2010.


Fonte: Secom


Compartilhe com seus amigos:





www.correiopopular.com.br
é uma publicação pertencente à EMPRESA JORNALÍSTICA CP DE RONDÔNIA LTDA
2016 - Todos os direitos reservados
Contatos: redacao@correiopopular.net - comercial@correiopopular.com.br - cpredacao@uol.com.br
Telefone: 69-3421-6853.