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Bom dia! Quarta-feira, 24 / 01 / 2018
HEMODIÁLISE
Transporte de pacientes é discutido na ALE

Data da notícia: 2017-09-20 10:46:12
Foto: Divulgação
A reunião foi realizada com representantes da Fenapar e do município de Porto Velho para esclarecer a questão
A Comissão de Saúde, Previdência e Assistencial Social (Cspas) da Assembleia Legislativa se reuniu na terça-feira (19) no plenário da Casa de Leis, para discutir a questão do transporte de pacientes que realizam o tratamento de hemodiálise em Porto Velho.
O deputado Dr. Neidson (PMN) presidiu a reunião, que também teve a presença de Geraldo da Rondônia (PSC). O encontro foi realizado com representantes da Associação Rondoniense de Renais Crônicos Transplantados e Diabéticos e com o secretário adjunto da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), Juan Carlos Boado.
Francisco José do Nascimento, representante da Relação de Associações de Pacientes Renais e Transplantados do Brasil (Fenapar), afirmou que o transporte é uma questão muito sensível para quem faz hemodiálise.
“A clínica antes disponibilizava o transporte e, ainda assim se constatavam muitos problemas. Percebo que hoje a dificuldade é maior, porque a clínica não dá mais essa assistência e não tem a disponibilização do transporte público”, afirmou o deputado.
Segundo ele, que já teve de realizar o tratamento de hemodiálise, a maior parte das pessoas que necessita desse serviço tem renda baixa, não podendo chegar ou voltar para casa do hospital, após o procedimento sozinho.
“A pessoa que ganha um salário mínimo não pode pagar pela alimentação adequada, pela estrutura e também por seu transporte e dar uma boa qualidade de vida para a própria família”, ressaltou e complementou: “Esse encontro é para sensibilizar a prefeitura para que eles disponibilizem o serviço ou que dê alguma outra solução para nós”, disse Francisco Nascimento.
A paciente e também representante da Fenapar, Raquel Moreira, trouxe denúncias quanto ao atendimento da van e do transporte público. “O motorista da van já me ameaçou”.
Segundo os colegas, a senhora também já foi maltratada ao tentar pegar o ônibus para tratamento, lhe sendo negado o atendimento do transporte quando ela está sozinha no ponto. Ela afirmou também que a van disponibilizada pela Semusa costuma carregar de 3 a 4 pacientes, sendo que a capacidade do veículo é bem maior e pode ser utilizada.


Fonte: Assessoria


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