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CREDENCIAMENTO
Comissão especial ouve Hospital do Câncer

Data da notícia: 2017-04-19 10:15:24
Foto: Assessoria/Divulgação
Henrique Prata esclareceu questões referentes ao credenciamento do Hospital da Amazônia como referência no tratamento do câncer
(Da Redação) A comissão temporária especial para averiguar possível ingerência no credenciamento do Hospital de Câncer de Barretos (HCB), na nova unidade denominada Hospital da Amazônia, em reunião na tarde da última segunda-feira (17), presidida pelo deputado Hermínio Coelho (PDT), ouviu o diretor da Fundação Pio XII, Henrique Prata, que falou sobre o andamento do processo junto ao Ministério da Saúde (MS).

O deputado Hermínio Coelho disse que o convite surgiu devido à informação de que haveria políticos interferindo no credenciamento do Hospital de Câncer da Amazônia junto ao Ministério da Saúde. Sabendo da importância e referência do HCB para Rondônia, Hermínio pediu esclarecimentos ao convidado da comissão.


O presidente da Fundação Pio XII, Henrique Prata, disse que se vive um momento triste, pois o Hospital da Amazônia, uma extensão do Hospital de Barretos, é um investimento de R$ 100 milhões, totalmente, de capital privado, sem dinheiro público, exceto algumas emendas, sendo um modelo e referência no tratamento em toda a América Latina.

Um dos pontos que Prata esclareceu é quanto aos tipos de credenciamento no tratamento, como o Cacon (completo, de alta complexidade) e o da Anacon (tratamento ‘fatiado’, ou apenas um pedaço de serviço), que é o caso atual da clínica São Pelegrino atualmente.

Segundo Henrique Prata, a clínica existente em Rondônia só cumpre dois protocolos dos doze necessários para um paciente em tratamento de câncer “e justamente os dois que dão lucro para o hospital”. Afirmou que dos processos, o Barretinho trouxe todos, ficando somente de fora a radioterapia.

Prata afirmou que o hospital existente conseguiu credenciamento duplo (Cacon e Anacon), o que contraria todas as diretrizes, especialmente por não terem condições de atender a população, especialmente por fecharem no fim da tarde.

“Recebemos pacientes com perfuração de intestino e não tinham onde tratar, isso é absurdo”, relatou.

Ele narrou, também, a dificuldade de relacionamento com o secretário de Saúde, Williames Pimentel, que sempre buscou o credenciamento do Hospital de Base em detrimento ao Hospital de Câncer, que contará com toda estrutura para o tratamento completo de câncer em área com 30 mil metros de área e referência no tratamento com os melhores especialistas do país, formados em Barretos.
Ele ressaltou que o Hospital da Amazônia não é para atender somente Rondônia, mas toda a Amazônia. “Somos referência internacional no tratamento de câncer e 100% SUS, gratuito. Temos os melhores equipamentos da América Latina. Não fazemos pela metade, fazemos o que é certo e por inteiro”, acrescentou.

Prata deixou claro que não quer criticar ninguém, “mas o que o estado está querendo fazer é irresponsável e inconsequente” referindo-se ao desejo do secretário em querer credenciar o Hospital de Base. “Clínico geral não pode querer operar câncer, isso não é o certo”, afirmou.


Fonte: Assessoria


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